Guindaste Eletrônico

Evandro Rui Fernades - evandro@engetronic.com.br
Guilherme Pereira de Resende - guiresende@globo.com
Niulli Robson Witt - niuli@bol.com.br
Rodrigo Fiorin - fiorin@hsbc.com.br
Thiago Gabriel de Silva - gabriel@rla13.pucpr.br

Professores Orientadores:

Profº Gil Marcos Jess - Física - gltjessj@terra.com.br
Profº Afonso Ferreira Miguel - Sistemas Digitais - afonso.miguel@pucpr.br
Profº Edson Pacheco - Técnicas Avançadas de Programação - pacheco@ppgia.pucpr.br

1. Abstract

Abstract do trabalho em inglês...

2. Resumo

Trabalho apresentado como requisito parcial às disciplinas de Física, Sistemas Digitais e Estruturas de Dados do Curso de Engenharia de Computação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Blá blá blá...

3. Objetivos

Construção de um elevador com um contra-peso e sistema de roldanas, este elevador controlado por um motor de passo, a implementação da lógica digital para o display de 7 segmentos mostrar o respectivo andar que se encontra o elevador, esta lógica deverá conter ainda uma espécie de memória para, caso o elevador seja desligado em um andar, quando o elevador for ligado novamente, deverá estar no display o andar real que se encontra o elevador..

Vamos implementar também outras funções do elevador, como uma porta que depois do elevador parar no andar correspondente, esta, controlado por outro motor de passo deverá se abrir.

Obs: Não seria possível a realização deste projeto se não tivéssemos a ajuda dos professores que nos auxiliaram para o melhor entendimento de tudo o que estava sendo feito, obrigado! Bla, bla, bla...

4. Descrição do projeto

A primeira etapa realizada do projeto foi à construção da maquete, tivemos que fazer alguns ajustes para que fosse retirada a maior quantidade de atrito possível, também na primeira maquete a cabine era de ferro e muito pesada, tivemos que remodelá-la e fizemos uma cabine de madeira. Outro problema inicial era que a maquete foi presa com arrebites, e esses depois de algum manuseio foram se soltando, tivemos que retirá-los e prender com parafusos com porcas. A segunda etapa foi a aquisição do PIC e a elaboração do circuito no protoboard para testes iniciais, tivemos alguns problemas com a montagem pois não temos muita experiência em eletrônica, depois de testado o circuito foi elaborado o rascunho das trilhas e depois desse rascunho foi feito uma versão otimizada para a passagem para a placa. Juntamente com a placa de controle, foi feita também a fonte de 5V. Depois tivemos que montar a cabine do elevador e o contrapeso na maquete, tarefa que dispensou várias horas de trabalho, o contrapeso utilizado foi à antiga cabine, pois o peso se adequou perfeitamente a maquete. O motor de passo que estamos utilizando, consome uma tensão de 6V, e uma corrente de 1,2A. Para que seja dado uma volta de 360º em tordo do eixo do motor é necessário dar 200 passos, o que em hexadecimal significa um valor C8, para o motor “passar” de um andar para outro é necessário que ele dê 800 passos, o que significa 320 em hexadecimal, para o elevador subir usa-se o comando SM1RL e para descer SM1RR, para aumentar a velocidade SMVD0, para dar o número exato de passos SM10320, para liberar o motor SM1FREE. Bla, bla, bla...

5. Lista de materiais

Barras de Alumínio (estrutura);
2 motores de passo (30 Vcc, 6 fios, 1,8 graus/passo);
1 CI MAX232;
Microcontrolador Microchip PIC 16F876;
4 capacitores de 4,7m F;
Resistores de 1KO, 330O;
Software Microsoft Visual C++, para o desenvolvimento do programa;
3 placas de circuito impresso;
Um cabo de extensão serial;
Fontes de alimentação: 5Vcc, 12Vcc, 30Vcc;
8 transistor TIP121;
1 transistor BC548;
1 relé 12Vcc – 10A;
Rebites, fios, etc.

6. Diagramas elétricos

Figura 1: diagrama Bla, bla, bla...

Figura 2: diagrama Bla, bla, bla...

7. Diagrama da placa de circuito impresso

Figura 3: placa de circuito impresso Bla, bla, bla...

8. Software desenvolvido

O software é totalmente orientado à objeto possuindo algumas classes que gerenciam a comunicação serial e o protocolo da mesma. Em simples operações de escrita e leitura de bytes, o sistema configura o valor da tensão aplicada à pista em 20 diferentes posições (tensão esta resultado de uma média da função de tensão gerada pela ferramenta PWM do PIC).

Além disso o software, de tempos em tempos recebe a quantidade de giros que do eixo dianteiro, converte o valor na classe de protocolos e plota o resultado na tela. Bla, bla, bla...

software.jpg (13670 bytes)

Figura 4: Tela principal do software

9. Conclusão

Verificamos que é bastante difícil realizar um projeto inteiro, este exige muitos conhecimentos em áreas que não são necessárias para nossa formação, como por exemplo, tivemos que aprender a usar furadeiras, serras de corte, entre outros equipamentos. Este projeto é de grande importância para o melhor aprendizado e principalmente para a aplicação de conhecimentos adquiridos na sala de aula. Com este tipo de projeto nos sentimos capazes de realizar as mais diferentes experiências e nos incentivando a estudar cada vez mais. Nosso elevador nos mostrou que muitas vezes necessitamos aplicar e mesclar conhecimentos, engenhando soluções que nunca tínhamos nos deparados antes, integrando hardware com software e aplicando conhecimentos que muitas vezes nos parecia inúteis. Podemos verificar também que aprendemos muito em eletrônica digital, utilizando microcontrolador, comunicação com o PC e outras ferramentas da eletrônica.

10. Referências

MIGUEL, Afonso F. Datasheets e Módulo de Aquisição. [on line] Disponível na Internet via www. URL: http://www.icet.pucpr.br/afonso. Arquivos capturados em 28 de setembro de 2002.

OTIS. Documentação sobre Elevador. [on line]. Disponível na Internet via www. URL: http://www.otis.com/products/listing/0,1357,CLI3_PRT430_RES1,00.html. Arquivo capturado em 18 de outubro de 2002.

11. Galeria de fotos